Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

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Em 2018, foi divulgado pelo Ministério da Saúde que 32 mil crianças e adolescentes brasileiros foram violentados sexualmente e 90% dos casos ocorreram com meninas. Dessas, mais de 18 mil são adolescentes. A maior parte dos crimes foram cometidos dentro de suas próprias residências. Constatou-se também que, os autores dos crimes, geralmente, são pessoas próximas da vítima (genitor, “padrasto”, “namorado/cônjuge” da mãe ou “amigo/conhecido”).

Os dados epidemiológicos citados acima são fundamentais para os estados e os seus respectivos municípios criarem e implementarem Políticas de Saúde que objetivem a erradicação dessa forma de violência. Mas, partindo de dados estatísticos (gerais) para dados subjetivos, cabe-nos interrogar: de que forma a sexualidade e a sua constituição é discutida no âmbito escolar, familiar e social? E ainda, de que maneira a cultura de violência sexual contra crianças e adolescentes é construída?

Pensar nestes aspectos viabiliza um mundo diferente.  Não podemos invisibilizar o que está ocorrendo, tampouco, naturalizar o comportamento violento para com crianças e adolescentes. Conheça a campanha Maio Laranja (@maiolaranja), que busca conscientizar sobre os sinais de violência sexual e informar sobre redes de apoio.

 

*Recorte do Trabalho de Conclusão de Curso com o tema: “Experiência do traumático: violência sexual da adolescência. É possível ser resiliente?”, por Bruna Franz, acadêmica de Psicologia.


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