A cor da Coraline

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“De cor em cor, ela percebeu que não importa o tom de pele, todos são iguais. E então também soube que é linda a cor da sua pele”.

A ideia central do livro “A cor da Coraline”, da editora @roccoeditora, é sobre empatia e representatividade.

Gabriela, filha do autor, conta que num abrigo para crianças assistidas durante uma atividade, um menino negro perguntou para ela se havia um lápis de cor de pele para que pintasse seu desenho.

O curioso é que o garoto era um menino negro, procurando um lápis cor-de-rosa. Essa criança não se identificava como uma criança negra.

E qual o motivo disso? Por que não se enxergar, ou não se representar pintando com um lápis marrom?

Assim, Alexandre Rampazo mostrou a diversidade do mundo. As cores não servem para diferenciar, mas tornar tudo mais belo. Imagine a monotonia de um mundo cheio de uma cor só? A beleza é multiplicidade.

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